Maíra Fernandes assume defesa de ministro do STJ

Maíra Fernandes assume defesa do ministro do STJ Marco Buzzi, acusado de importunação sexual. Julgamento em 6 de agosto; PGR pediu aposentadoria compulsória.
Maíra Fernandes

Maíra Fernandes será a advogada responsável pela defesa do ministro do STJ Marco Buzzi, acusado de importunação sexual. O julgamento administrativo foi marcado para 6 de agosto, e o caso segue sob apuração em instâncias como o STF e o CNJ.

Sumário

O que aconteceu

O ministro do Superior Tribunal de Justiça Marco Buzzi foi alvo de duas denúncias por importunação sexual. As acusações envolvem uma jovem de 18 anos e uma servidora pública.

Maíra Fernandes, criminalista conhecida por integrar a defesa de Neymar em 2019, entrou na equipe que representa Buzzi. O magistrado está afastado desde 10 de fevereiro.

Detalhes e cronologia do caso

Acompanhe aqui os principais marcos do processo administrativo e das investigações. A tabela reúne datas e procedimentos já divulgados publicamente.

DataEventoSituação
10 de fevereiroAfastamento de Marco Buzzi do exercício do cargoAfastado
Denúncias (período relatado)Relato de tentativa de agarrar jovem de 18 anos em Balneário Camboriú; relato de assédio por servidoraAcusações apresentadas
Apuração (meses seguintes)Comissão ouviu cerca de 20 pessoas no processo administrativoInvestigação em curso
Manifestação da PGRPGR opinou pela responsabilização com aposentadoria compulsóriaRecomendação apresentada
6 de agostoJulgamento no processo administrativo no STJData marcada

Como ocorreram as acusações e a resposta da defesa

Segundo os relatos, a jovem de 18 anos contou que o ministro tentou agarrá-la três vezes enquanto estavam no mar durante férias em Balneário Camboriú. A servidora descreveu episódios separados de importunação.

Marco Buzzi nega as acusações. A defesa afirma que o processo administrativo e as investigações provarão a inocência do ministro. A entrada de Maíra Fernandes amplia a equipe de defesa, que já conta com o criminalista Paulo Emílio Catta Preta.

Quem são os envolvidos e evidências

O caso envolve autoridades, investigados e órgãos de controle. Abaixo, resumo dos principais nomes e das provas mencionadas nas apurações públicas.

  • Marco Buzzi, ministro do STJ, afastado desde 10 de fevereiro.
  • Maíra Fernandes, advogada criminalista, nova integrante da defesa.
  • Paulo Emílio Catta Preta, criminalista que integra a banca de defesa.
  • Procuradoria-Geral da República, que opinou pela aposentadoria compulsória.
  • Comissão do processo administrativo, que ouviu cerca de 20 pessoas durante a apuração.

As provas citadas publicamente incluem depoimentos das supostas vítimas e testemunhas. Não há, até o momento, registro público de gravações ou evidências físicas apresentadas nas matérias consultadas.

Consequências jurídicas e administrativas

O desfecho pode variar entre absolvição administrativa e medidas severas. A PGR já manifestou posição favorável à aposentadoria compulsória de Buzzi dentro do processo administrativo.

Além do processo no STJ, há inquérito no Supremo Tribunal Federal e investigação no CNJ. Possíveis desdobramentos incluem abertura de ação penal, perda da aposentadoria ou retorno ao cargo se absolvido.

  • Aposentadoria compulsória, medida defendida pela PGR no processo administrativo.
  • Ação penal, caso novas peças ou denúncias sejam apresentadas pelas instâncias competentes.
  • Recondução ao exercício, se o julgamento concluir pela improcedência das acusações.
  • Impacto institucional no STJ e repercussão sobre a imagem da corte.

A Visão de Quem Acompanha os Bastidores

“Ao assumir a defesa de Marco Buzzi, Maíra Fernandes traz experiência em casos de grande exposição pública e uma estratégia voltada para desgaste mínimo na esfera midiática. No processo administrativo, o que pesará são depoimentos e a leitura técnica do comportamento funcional, não apenas a repercussão. Se a defesa conseguir demonstrar contradições nos relatos ou fragilidades nas colaborações, a tendência é reduzir a pressão por medidas imediatas como a aposentadoria compulsória. Ainda assim, a PGR já plantou um parâmetro duro no processo, o que eleva a chance de sanção administrativa independente de eventual decisão penal futura. O julgamento de 6 de agosto será um termômetro para o ambiente institucional e definirá os próximos movimentos das defesas e dos órgãos de controle.”

— Análise de Bastidores

Perguntas Frequentes sobre Ex-advogada de Neymar

Quem é Maíra Fernandes e qual é sua experiência?

Maíra Fernandes é criminalista que participou da defesa de Neymar em 2019, em caso que foi arquivado. Atua em causas de grande visibilidade pública.

Quais são as acusações contra o ministro Marco Buzzi?

Buzzi é acusado de importunação sexual por uma jovem de 18 anos e por uma servidora. Ele nega as imputações.

Quando será o julgamento e o que está em jogo?

O julgamento no processo administrativo do STJ está marcado para 6 de agosto. Em jogo estão a responsabilização administrativa, possível aposentadoria compulsória e repercussões penais caso novas medidas sejam adotadas.

Espera-se atualização pública após o julgamento de 6 de agosto, quando a corte divulgará seu posicionamento e eventuais efeitos sobre o afastamento ou retorno de Marco Buzzi ao exercício do cargo.




Maíra Fernandes assume defesa do ministro do STJ Marco Buzzi, acusado de importunação sexual. Julgamento em 6 de agosto; PGR pediu aposentadoria compulsória.

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